Os calouros Hugo Fonseca Araújo e Ricardo Bortolotti, ambos alunos do Centro Técnico Científico da PUC (CTC/PUC-Rio), têm se destacado em competições internacionais de Matemática, graduação que começaram a cursar este ano. Ricardo Bortolotti, medalhista de prata na Olimpíada Matemática Brasileira (OBM) de 2008, vai participar em julho da 17ª International Mathematics Competition for University Students (IMC), na Bulgária. O seu colega de turma, Hugo Araújo, medalhista de ouro na OBM de 2009, não fica atrás: integrou em fevereiro a primeira equipe brasileira a participar da Romanian Masters in Mathematics, competição que reúne os estudantes dos 20 países de melhor colocação na Olimpíada Internacional de Matemática, e voltou pra casa com uma menção honrosa.<br />
Aqui vai um pequeno problema sobre divisibilidade no conjunto dos números naturais para ser utilizado como um pequeno desafio para nossas turmas de Ensino Médio.<br />Quando ensinamos divisibilidade no conkinto dos números naturais via de regra culminamos o assunto com alguns critérios de divisibilidade, os quais normalmente são apenas descritos como algorítmos sem demonstração. Todavia o assunto é muito rico e propicia excelentes questões para pequenos desafios.<br />Creio que, por exemplo, é fácil mostrar para nossos alunos o seguinte resultado: dados k naturais positivos e consecutivos apenas um deles é divisível por k (k é um natural positivo maior ou igual a dois ). De posse desse resultado fica muito interessante propor a seguinte questão: Mostre que existe um múltiplo de 17 que começa com 1234. A melhor estratégia é propor a questão antes de mostrar a propriedade acima mencionada. Caros colegas desse Clube Virtual façam seus comentários!<br />Um abraço do colega Adonis ( 24 de março de 2010 )
Vejam só que notícia curiosa que está no site da revista Mente e Cérebro.Pesquisadores de uma universidade americana testaram a hipótese que a matemática é melhor assimilada quando se ensina de maneira , digamos, concreta. Essa hipótese é amplamente defendida no meio educacional brasileiro e, também, no resto do mundo. A surpresa é que os testes realizados pela equipe de pesquisadores chegou à conclusão oposta ! O grupo que que foi ensinado de maneira formal mostrou desempenho superior ao grupo submetido ao ensino "prático". Surpreendente não!Um abraço do colega Adonis.
NOVO Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática. Vejam no site: http://www.ppgecm.ufpr.br
Olá caros colegas do Clube Virtual de Matemática.
Acho que nada é tão motivador para nós professores de matemática ( em todos os níveis ! ) quanto um problema de enunciado simples e que exige algum engenho de nossa parte para ser resolvido. Hoje mesmo fui confrontada com essa situação por um aluno que apresentou-me o seguinte problema
(segundo ele a fonte é o vestibular da UFRGS ). Vamos lá:
Dois times, A e B, disputaram uma partifa de futebol que terminou em 5 a 3, isto é, o time A gabhou do time B pelo placar de 5 a 3. Pergunta-se de quantas maneiras distintas pode ter evoluído o placar. A resposta do gabarito do aluno marca 56.
Também encontrei essa resposta.
Convido os colegas a pensar um pouco e apresentar suas resoluções.
Um abraço. Nhampari. DEZEMBRO DE 2009.





